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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dormir mal pode diminuir a sensibilidade à ação da insulina no organismo diz The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism




Estudo publicado no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mostra que mesmo uma única noite mal dormida pode dificultar a habilidade do organismo em usar a insulina.
Pesquisadores do Leiden University Medical Center realizaram um estudo, com pequeno número de indivíduos saudáveis, observando-os após uma noite de oito horas de sono e novamente após uma noite de quatro horas de sono. A restrição parcial do sono durante uma única noite reduziu alguns tipos de sensibilidade à ação da insulina em cerca de 19 a 25%. Baseado nestes achados, os autores relatam que a sensibilidade àinsulina pode não ser pré-determinada em indivíduos saudáveis, mas ser resultado da duração do sono.
Este é o primeiro estudo a avaliar os efeitos da privação de sono, durante uma única noite, em relação à ação da insulina no organismo. Esta pode ser uma explicação para o aumento da resistência insulínica e o maior número de diabetes mellitus observado. No entanto, estudos com a participação de maior número de indivíduos são necessários.

Insulina degludec, nova insulina de longa ação, é útil para tratar o diabetes tipo 1 e diminui a hipoglicemia noturna



O tratamento intensivo com bolus de insulina melhora o controle glicêmico e reduz o risco de complicações associadas ao diabetes mellitus tipo 1. A insulina degludec é uma nova insulina de longa duração. O presente trabalho, publicado pelo The Lancet, comparou a eficácia e a segurança da insulina degludec e da insulina glargina, ambas administradas uma vez por dia, juntamente com insulina Aspart às refeições, em terapia para o diabetes tipo 1.

O desfecho primário foi de não inferioridade da insulina degludec em relação à insulina glargina, avaliado como uma redução na hemoglobina glicosilada (HbA1c) após 52 semanas.

De 629 participantes, 472 foram aleatoriamente designados para receberem insulina degludec e 157 para usar insulina glargina, todos foram analisados em seus respectivos grupos de tratamento. Em um ano, a HbA1c caiu 0,40% e 0,39%, respectivamente, com insulina degludec e insulina glargina. Dos participantes, 188 (40%) e 67 (43%) alcançaram meta de HbA1c inferior a 7%. As taxas de hipoglicemia foram semelhantes nos dois grupos. A taxa de hipoglicemia noturna confirmada foi 25% menor com degludec, quando comparou-se à insulina glargina. O total de eventos adversos graves (14 versus 16 eventos por 100 pacientes por ano de exposição) foram semelhantes para insulina degludec e insulina glargina.

Concluiu-se que a insulina degludec pode ser uma insulina basal útil para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, pois fornece controle glicêmico eficaz, reduzindo o risco de hipoglicemia noturna, que é uma grande limitação da terapêutica com insulina.

Fonte: The Lancet, volume 379, de 21 de abril de 2012


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Recrutamento de 100 idosos para pesquisa sobre queda



O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, está recrutando idosos com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, e que tenham sofrido queda pelo menos uma vez, nos últimos 12 meses, para triagem e participação em projeto de pesquisa.
O objetivo do estudo do Serviço de Geriatria é reduzir o número de quedas nesta população. A pesquisa envolverá cerca de 100 pessoas, num período de três meses a um ano, e oferecerá orientações para modificações de fatores de risco.
As inscrições podem ser feita pelo site www.gerosaude.com.br
 

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo