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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Primeiros Socorros em Parada Cardíaca


Neste vídeo  podemos perceber as informações e a seriedade,técnica e profissionalismo que o momento requer devemos conhecer a rotina,manter a calma sem se esquecer podemos e devemos nos aprimorar para momento como este.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sexo e câncer um tema negligenciado

 

A grande maioria dos médicos não falam sobre o tema com mulheres que sobreviveram à doença.

 

Muitas mulheres que sobrevivem a um câncer ginecológico ou de mamas dizem que gostariam de receber ajuda em relação às questões sexuais, mas poucas delas efetivamente procuram por aconselhamento, é o que mostra um novo estudo do Centro Médico da Universidade de Chicago.
Poucos médicos sabem como abordar as questões em relação aos efeitos do câncer sobre a sexualidade com suas pacientes, algo que não ocorre, por exemplo, os pacientes são homens em tratamento do câncer de próstata, afirma Stacy Tessler Lindau, professora associada de obstetrícia e ginecologia e autora do estudo.
“É crucial que os médicos que tratam de mulheres com câncer saibam que as questões sexuais geralmente são de ordem física”, diz ela.
“Os problemas físicos associados ao tratamento de câncer podem abalar os relacionamentos, causando preocupações e estresse e mesmo se tornando um fator isolador – muitas mulheres que nos procuram se sentem envergonhadas, culpadas e sozinhas. Elas sentem como se o problema estivesse quase que exclusivamente na mente delas”.
Dores, secura vaginal, perda do desejo, dificuldades de se excitar e atingir o orgasmo, além de preocupações em relação ao próprio corpo são alguns dos problemas sexuais vividos por algumas dessas pacientes. Outras também relataram que se sentem menos atraentes depois do tratamento.

Participaram do estudo 261 mulheres que sobreviveram a um câncer ginecológico ou de mama, entre os 21 e os 88 anos de idade, com idade média de 55 anos. A equipe de pesquisa constatou que 42% delas tinham interesse em receber ajuda médica em relação a problemas sexuais, mas apenas 7% procuram por aconselhamento.
As mulheres que já haviam terminado o tratamento há mais de um ano se mostraram muito mais propensas a querer aconselhamento do que as que ainda estavam em tratamento – 47% contra 32%. As mais jovens demonstraram maior preocupação com os problemas sexuais do que as mais velhas, embora mais de 22% das mulheres acima dos 65 anos também tenham respondido que gostariam de receber cuidados médicos para os problemas sexuais, disseram os pesquisadores. O estudo foi recentemente publicado online na revista especializada Cancer.
“Algumas mulheres têm coragem de conversar com o médico sobre suas preocupações sexuais, embora estudos repetidos mostrem que elas preferem que o profissional aborde o assunto primeiramente”, dz Lindau.
“Os médicos geralmente tentam entender as preocupações do paciente, mas lutam pela falta de conhecimento sobre como oferecer ajuda”, ela complementa.
Lindau e outros médicos de Illinois estão trabalhando no desenvolvimento de um programa para ajudar tanto médicos quanto mulheres com câncer a lidar com tais questões.

Fonte: The New York Times

sábado, 19 de novembro de 2011

É LAMENTÁVEL


Quando se perder o respeito e o amor pelo Ser Humano ai não sobra mais nada.Cobra, exigir,gerência monitorar não é falta de respeito ou desconsideração com o profissional Cuidador é uma forma de proteger, Cuidador,Família e Paciente, elogiar também faz parte mas tudo fica pequeno quando o foco é melhorar o atendimento para o paciente, paciente bem cuidado é sinonimo de alegria tanto para a família com para o cuidador

A DESPEDIDA


Depois de dois anos cuidando chega ao fim. Para nos cuidadores quase sempre é assim nos que convivemos e compartilhamos momentos alegres e tristes da família e do paciente, nos que chegamos como profissionais e saímos como amigos "quando tudo da certo". Neste ofício em que  paixão, dedicação e profissionalismo estão a todo momento sendo provado e testado fica fácil de compreender a escassez de bons profissionais. Neste meu ultimo trabalho tive a oportunidade de conhecer a força e união de uma família que soube tratar com dignidade e respeito um Familiar portado de alzheimer em especial sua esposa que o amou até os últimos instantes alem de amigos que sempre o tiveram em grande estima. . Não poderia terminar sem  citar a exelente equipe que o acompanhava Eu mais um Auxiliar de Enfermagem nota 10: António,  Fisioterapeutas Aline e Cristiano e a Dr(a)Denize. Poderia ficar escrevendo por hora mas encerro escrevendo que levo um  grande aprendizado deste dois anos de convivência "Respeito é uma conquista que nos acompanha para sempre e Família é o maior bem que alguém pode ter".
 Isaac Trindade

segunda-feira, 13 de junho de 2011

As dificuldades do cuidador do portador de Alzheimer



Partindo dos pressupostos da teorista Imógene M. King, o tema apresentará as dificuldades do cuidador do portador de Alzheimer, que é a pessoa diretamente, responsável pelo paciente (o cuidado). A família pode colaborar de forma decisiva no bom encaminhamento dos cuidados a serem prestados, porém também necessita de ajuda e apoio.
O cuidador normalmente sente-se só, desesperado, magoado e mesmo culpado em determinados momentos, portando o mesmo deve ter a oportunidade de falar sobre seus sentimentos e dificuldades, assim evitando o desenvolvimento de uma depressão ou ansiedade. Vale ressaltar a importância de grupos de apoio, pois estes podem proporcionar ajuda as famílias, pessoas que já estiveram na mesma situação podem muitas vezes sugerir maneiras de como lidar como sentimentos hostis com relação ao doente como por exemplo: raiva, culpa, vergonha, entre outros. A desinformação dos cuidadores, leva os pacientes a experimentarem mais problemas comportamentais e requerem internação prematura.
A prática da enfermagem terá grande contribuição com a compreensão do sentido de ser cuidador, na medida em que a abordagem do enfermeiro poderá ser mais eficaz junto a uma clientela, que enfrenta uma problemática altamente complexa e que a torna tão vulnerável a situações de estresse. Dessa forma a compreensão possibilitará o encaminhamento e sugestões de outras atividades e condutas com relação ao cuidador com vistas á qualidade de assistência não só ao idoso, mas a ele próprio, que precisa de suporte de todo tipo, para atender ao idoso.